Ex-funcionária de Canudos denuncia "trabalho escravo" e perseguição política após demissão
Publicação nas redes sociais detalha atrasos salariais, assédio moral e demissão logo após o término da licença-maternidade.
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12/30/20251 min read


CANUDOS – Uma publicação recente nas redes sociais trouxe à tona graves denúncias contra a gestão municipal de Canudos. Renatinha Senna, ex-funcionária da prefeitura, utilizou seu perfil pessoal para desabafar sobre as condições de trabalho a que era submetida, classificando a experiência como "trabalho escravo".
No texto, que rapidamente repercutiu na cidade, a ex-servidora afirma que enfrentava uma rotina de cobranças excessivas e assédio moral, sem, no entanto, receber o salário em dia. "Onde você trabalha, recebe várias cobranças, assédio moral, mas não recebe o seu salário", escreveu ela, ressaltando que questionar tais irregularidades resultava em ameaça de demissão.
Demissão após licença-maternidade
Um dos pontos mais sensíveis do relato envolve o período pós-parto da profissional. Segundo Renatinha, sua saída já era prevista e teria sido articulada para ocorrer imediatamente após o fim de seu direito legal.
"O prefeito estava só esperando eu terminar a minha licença-maternidade para me demitir e eu já estava ciente disso", afirmou na postagem.
A ex-funcionária ainda classificou a atitude do gestor como "vingativa", sugerindo que o desligamento teve motivações pessoais e políticas, e não técnicas.
